
A distancia,algo que me atormenta,
uma linha sem telefone,
uma ligação sem agentes,
um vidro dentre nós.
Eu desejo ser vento para tocar-te a alma.
Eu desejo ser teu peito e senti-lo bater por mim.
Mas sou solta, vivo livre...
Mas sou presa, vivo cheia dessa solidão...
Pancadas de ansiedade são meus únicos ruídos,
Você levou as cordas desse pobre violão,
agora sou instrumento sem serviço.
Me diz o que fará sem as cordas,
sem meu corpo para dar-lhe alguma função.
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